Shirlocahope's Blog

Isso mesmo!!! Viva o Vodu! Não é que ele está funcionando?
Vejam só, na semana passada deu na internet que um empresário italiano estava ficando famoso, e com certeza mais rico, vendendo bonecos de vodu do primeiro ministro. Olha aqui ó: http://migre.me/eaQ6
E, ontem, já veio essa boa notícia de que esse notável fascista foi agredido e teve o naris mais dois dentes quebrados. Aí uns moralistas de plantão no twitter vieram dizer que não é assim que se resolve, blá blá blá.
Hoje, por mais incrível que pareça, fiquei feliz de ler na “Economist” que mais pessoas pensam como eu: “O Berlusconi atrai violência.” Sim, pois como eu disse ontem no twitter, violência é a safadeza dele para com os italianos. E nem é aquele lance de fazer festinha com prostituta não. É a safadeza da corrupção que nós tupiniquins estamos cansados de ver por aqui também.
O cara que bateu no Berlusconi, Sr. Tartaglia, está sendo considerado um herói. Ontem só deu ele no Facebook. E não era pra menos era?
O artigo na Economist falando sobre isso: http://migre.me/eaT4
Agora, falando bem sério: Vou fabricar bonecos de vodu de políticos nacionais! Vai que funciona!

Como boa atéia que sou não sou adepta do natal e odeio enfeites natalinos. Não só pela conotação religiosa, mas pela aculturação também.
Pinheiros? Neve? Bonecos de neve? não dá!!! Não desce! Somos um país tropical alôoouu?
E eses enfeites são uma praga. Você pode ir na birosquinha do buteco da esquina e vai ter nem que seja uma mini árvore de natal, uma guirlanda ou um pisca-pisca ou, pior, tudo junto. Me pergunto: que espírito natalino é esse?
O que esses enfeites significam pras pessoas? Porque, concretamente, não significam nada. O Papai Noel até vai para as crinças de até 7 anos.
Mas, as pessoas quando montam sua árvore de natal com neve nos galhinhos, o que sentem? A que remete na cultura brasileira?
Ai vem as embalagens promocionais. Lata de panetone do Roberto Carlos e até papel higiênico promocional com copo de temas natalinos.
Eu fico passada. Me sinto exilada, numa bolha. Por que as pessoas engolem isso? Por que eu não? Por que a santa ignorancia me abandona nessas horas?



Esse argentino Liniers, já me conquistou. A tirinha é da série “macanudo” publicada na Folha de são Paulo, esse do dia 12/11.

não sei quem postou essa charge no twitter, me perdi no meio de tantas páginas abertas, mas achei uma graça:

Ps, acabei de descobrir que foi José A. marafon ou @marafon quem postou isso no twitter.

Este aí de cima é o meu filhote de rottweiller. Ele está doente e ainda não sei o que é, pois o veterinário só virá vê-lo amanhã.
engraçado que antes dele adoecer eu estava estressada com a bagunça que a figurinha faz, pois como a maioria dos filhotes, é super ativo e não para de comer coisas.
Agora sinto até um remorsozinho porque pensei se fiz a coisa certa em tê-lo aceito como presente. Cheguei a pensar se não era melhor cuidar só de plantas, que dão menos trabalho. Pensei que um cachorro, assim como uma família, me prende.

Mas lembro que esse era o objetivo mesmo de quando quis ter um cachorro. Quis ter a responsabelidade de cuidar de um filhote.
Isso me lembra coisas engraçadas. Lembro de um filme que assisti sobre uma moça alcoólatra, 28 dias com a atriz Sandra Bullock, que estraga tudo e todos os seus relacionamentos, já no seu tratamento o terapeuta diz que ela tem que primeiro conseguir cuidar de uma planta e de um animal e depois se envolver num relacionamento. Eu sempre fiquei com essa idéia do filme na cabeça.
Tanto que quando ainda estava na universidade, uma das minhas colegas de república, que era toda romântica e cheia de planos de casar, constituir família e coisas do tipo, tinha umas plantinhas na sacada, mas não conseguia cuidar. Eu achava aquilo muito engraçado, pois volte e meia, eu a porra louca, ia cuidar das delas.

Fico pensando em qual a diferença entre dar carinho para plantas, animais de estimação e pessoas. Hoje tenho as três coisas: cuido dos meus irmãos mais novos, de plantas e de animais. Com as pessoas (meus irmãos) tenho menos tato, muito embora faça isso porque imagino que eles tenham a inteligência de compreender meus atos e minhas broncas. E também porque somos irmãos, e irmãos brigam, isso é fato.
Já dos cachorros, apesar da minha indisciplina de horários, cuido bem também. As plantas, são sobreviventes. Acho que só sobrevivem do carinho às vezes. Porque com esse calor todo, tem uma florzinha minha que ficou uns 3 a 4 dias sem água e nem murchou. Bem, essa hipótese faria sentido, pois minha irmã e minha mãe não conseguem cuidar de nenhuma planta. Mataram até um cacto!

Voltando ao cachorro, sempre achei absurdo o tratamento que aquelas dondocas fúteis e desocupadas despensam para com seus bichinhos. Levando-os para lá e pra cá de roupinha, fitinha, banhinho tomado e pelo escovado.
Tento não chegar a esse extremo, mas fico pensando que é gostoso mimar eses bichinhos. Pois quando não tem ninguém por perto e mesmo quando tem, lá vem eles dar aquela lambida, incoveniente na hora, mas que a gente tanto gosta.
Quem dera as pessoas fossem assim. Gostassem da gente com o amor incondicional de um cão pelo seu dono. Vissem umas nas outras a humanidade que nos é inerente. Não o embrulho, a embalagem.

PS. o meu bichinho chegou e deitou do meu lado, fiquei feliz, pois desde a hora que havia dado remédio ele não tinha saído de lá do mesmo lugar.

junho 2017
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